É sobre amor
Quando penso no motivo de Deus ter criado os seres humanos, especialmente levando em consideração o livre arbítrio, eu me pergunto: Qual o propósito disso tudo?
Deus é onipotente, onisciente e onipresente. Por definição ele não precisa de nada disso. Então nada disso é sobre ele em si.
Me pego pensando se ele está tentando provar algo para alguém, um terceiro que não possui as qualidade de seu caráter.
Acredito que Deus está provando que é prossível amar alguém se você tiver a liberdade de não amá-la. A pessoa não precisa de nada além da realização de que é melhor amar do que não amar.
E Deus revela isso através da sua própria relação com a humanidade. Ele nos ama incondicionalmente para que, amando ele, nós aprendamos a amar uns aos outros mesmo quando acreditamos que não deveríamos e aceitar sermos amados mesmo quando acreditamos que não merecemos.
Porém, Deus já sabe que isso é possível. Sempre soube. Então me pergunto: somos apenas um meio para um fim? Para quem ele está tentando provar isso?
Concluo que Lúcifer seria o questionador desse amor livre e liberto.
Porém, em Jó, acredito que Deus já havia conseguido provar isso.
Será que o opositor acredita que é impossível ser amado se o objeto de amor tiver a liberdade de não amá-lo? É por isso que ele controla, manipula e trái seus seguidores? É por isso que ele elabora contratos altamente duvidosos e desonestos?
E se esse for o caso, quem melhor eu tenho representado? Como meu amor tem se manifestado? Quem de fato estou seguindo? Meu amor é livre e incondicional ou manipulador e desonesto?
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